terça-feira, 6 de outubro de 2009

The Godfather LXVII – The “molto ristretto” List


Scene: The Godfather admiring his newly remodeled Moema birds 3,000 square foot apartment in his Prada baby blue jumpsuit, Gucci hardhat, Loubotin knee high boots, Lacroix purse and the usual long blond wig covered with an Hermes scarf.

- Godfather!
- Yes, Vito!
- Godfather, (slap in the face), here is the list!
- Vito (slap in the face). Are you nuts?
- Oh my God… I am so sorry sir. I don’t know what came over me… it must be the glue from the floors!
- Vito (slap in the face). I am the slaper and you are the slapee… do not forget that!
- I am sorry Sir, very much indeed. Is there anything I can do?
- Yes… give me your other kidney… LOL, just kidney, ops, or not, just kidding! Shut up and give me the list!
- Here you go sir…
- Good, everyone is here.

Don Marcelo “the cook” Barbiconcoltello
Don Marcus “babbo fresco” Lavaicondio
Don Marcio “I want the blue one; no, the red one; no, the blue one” Luvetta
Dona Naninha “nãnãnã” Davidemuffin
Don Luiz “gimme beer” Duotropaise
Don Tri “where is Wally” Luideparisi
Dona Cynthia “Am I beautiful or what?” Labellaragazza
Don Paulo “work with me” Malanzzagni
Dona Meliss “the knee” Mangiatutielmondo Peronoparla
Dona Silvia “the nail filer” Bombomlazangny
Dona Marisa “the architect” Navarroconscopa

- Vito, now that the list is ready, you can start inviting these people to the inauguration party. I want to open the apartment in style.
- Yes Godfather. But sir, how can you refer to your friends as these people?
- Vito, (slap in the face), who told you that they are my friends? Haven’t you heard the expression: “keep your friends close and these other people even closer?
- No Godfather!
- Vito, (poke in the eye) I let them think they are my friends and that I love them…
- But sir… they are your friends and you love them!
- Vito (another poke in the eye), but they don’t know that!
- Yes Godfather!

Paciência

Essa é pra todos nós...

terça-feira, 29 de setembro de 2009

As they say...

There's nothing I'm afraid of like scared people.
- Robert Frost

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

O umbigo

Me disseram uma vez que eu achava que o mundo girava em volta do meu umbigo. A princípio achei aquilo o fim da picada... mas hoje vejo que é a mais pura verdade...

“Cazzo”, o meu mundo tem mesmo que girar em volta do meu umbigo, oras! Ele iria girar em volta do umbigo de quem?

De qualquer forma, apesar do egoísmo, ainda me sinto parte do grupo. O seleto grupo de amigos que eu escolhi.

E te digo mais, não sei se é a velhice ou o egoísmo, mas ando seletivo demais. Seletivo ao ponto de, como faz meu pai, dar as costas – literalmente – pra quem não me interessa. É tão nítido quando não quero alguém por perto que até eu me assusto com minha falta de tato... hahaha... e eu tô pouco me fodendo!

Eu percebo hoje que estou ficando mais velho e não estou achando ruim não, más está cada vez mais difícil ser meu amigo. Acho que cheguei no ponto final das novas amizades, estou satisfeito com as que conquistei até agora e não estou disposto a me esforçar para conquistar mais. E digo mais... minha paciência "for dumb people" acabou e vai ficar ainda pior porque eu não vou dar mole não. Se você quiser mesmo fazer parte do meu seleto grupo de amigos, vai ter que se esforçar pra caralho. “And let the hazing begin!”

E se não quiser... foda-se!

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Doses homeopáticas de felicidade

Primeiramente, gostaria de dizer que estou feliz!
Segundamente, gostaria de dizer que estou muito feliz!
Terceiramente, gostaria de dizer que estou tão feliz que estou fazendo piadinhas bestas (como essa) e rindo a toa!

Aí, pensei em uma coisa... não seria sensacional se pudéssemos sentir novamente a felicidade sentida só que em pequenas doses? Imagina você lá, no seu canto favorito, ouvindo aquela música que você adora, tomando aquele vinho que você compra de caixa e precisando de um pouco daquela felicidade que você sentiu ontem!

Em um mundo perfeito e hipotético, você abriria seu vidrinho de Almeida Prado numero 2.499 e tomaria uma pequena cápsula que em alguns instantes te traria de volta a felicidade de ontem. Más cuidado, o 2.498 é pra dor de cotovelo e o 2.500 é pra inveja preta!

Por favor não confunda isso com extasy, pó ou qualquer outra droga... isso é homeopático e só serve pra felicidade vivida. Não acho justo a gente sentir toda a felicidade de uma vez só e puf, acabou...

Imagine os slogans:

“Infeliz ficava sua vó!”
“Felicidade... 1001 utilidades”
“Deu duro?... tome felicidade”

Ou até mesmo:

“Caixa de Bavária – R$ 16,00
CD da Stéfany – R$ 6,00
Felicidade – Não tem preço!”

Ou melhor, têm, R$ 4,99 na Botica ao Veado D’ouro!”

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Got love?!


Eu não sou de levantar bandeiras, agora, esse filme merece aplausos!

Ontem assisti Milk, já sei, demorei... but here's my 2 cents...

Adorei o filme, mas mais importante que isso, agradeço pelo que esse cara fez. Eu, em minha ignorância, não tinha idéia do tamanho da contribuição que Mr. Harvey fez para os homosexuais. Sabia sim que mudanças aconteceram em seu nome e através de sua influência e perseverança, mas garantir direitos humanos a todos independente de sua sexualidade é realmente um feito incrível em um mundo onde as pessoas preferem o ódio ao amor.

Não posso dizer que sofri preconceitos, alias não sofri, mas tento imaginar o que é ser impedido de amar. Qual o significado disso? Quem ganha quando prevalece o ódio e o preconceito?

Ninguém ganha. Ninguém ganha absolutamente nada!

Então porque algumas pessoas ainda insistem nisso? Simples, pura ignorância. E em 37 anos de vida aprendi que a ignorância, assim como a fé, move montanhas. Entretanto, daqui a 40, 50 ou 60 anos quando lembrarmos de algumas pessoas que fizeram história, certamente lembraremos de Harvey Milk que levantou a bandeira do amor, da igualdade e da justiça e com certeza nos esqueceremos dos ignorantes que levantaram a bandeira do ódio e da ignorância. E hoje, só resta a pergunta: What do you want to be remembered for?

We are here, we are queer... deal with it!

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

O tempo perdido.


- Bom dia!
- Bom dia.
- Eu gostaria de dar uma olhada nos tempos, o que você tem disponível?
- Ah sim. Bom, no momento só temos esses dois aqui...
- E qual a diferença?
- Bom, esse aqui não tem tempo pra acabar e esse outro dura mais ou menos 75 anos. O infinito custa 10 dinheiros e o finito custa 10.000 dinheiros.
- Nossa! O finito é mais caro?
- Pois é... A maioria das pessoas prefere saber quando é o fim. Você também não acha que é mais fácil saber quando o sofrimento vai acabar? Quando o amor vai deixar de existir e quando será o fim de algo ruim? Não seria muito mais fácil saber exatamente quanto tempo gastaremos com coisas inúteis? Não seria ótimo saber por quanto tempo seremos infelizes?
- Sim seria!
- Pois bem, qual o senhor quer?
- Não sei... mas acho que seria melhor que as coisas boas durassem pra sempre, que o amor recomeçasse a cada novo dia e que as coisas inúteis e ruins não tivessem tempo. Seria muito melhor saber que seremos felizes para sempre seja lá quanto tempo isso seja. Seria ótimo não termos a preocupação de que um dia tudo que é bom acaba.
- Sim, seria. Sinto muito, mas esse nós não temos!